Metodologia
Como medimos
Um resultado compara um arquivo de origem descrito com uma cópia baixável. O que não observamos não vira fato.
Resposta curta
Um resultado compara um arquivo de origem descrito com uma cópia baixável. O que não observamos não vira fato.
Metodologia
1. Arquivo de origem conhecido
Imagem não sensível. Formato, pixels, bytes, SHA-256. GPS de teste, câmera, data, XMP/C2PA se for o caso. O original fica no dispositivo.
2. Quais campos contam
GPS EXIF, DateTime, Make/Model, XMP, IPTC, ICC, C2PA. Campo ausente na cópia não prova que a plataforma nunca viu.
3. Hash antes e depois
SHA-256 da origem e de cada cópia. Igual = mesmos bytes naquele caminho. Diferente = houve transformação, não necessariamente «só metadados».
4. Comparar a cópia
EXIF, XMP, chunks PNG, HEIC. Anotar dimensões e tamanho.
5. GPS
GPSLatitude/GPSLongitude e equivalentes XMP. Ausência na cópia ≠ ausência no servidor.
6. Recompressão
Dimensões, tabelas de quantização, assinatura do encoder, queda de tamanho. Hash idêntico descarta recodificar naquele teste.
7. Ambiente
Sistema, versão do app ou do navegador, foto vs documento, controle exato da interface.
8. Resultados envelhecem
Pipelines de mídia mudam. Observação de 2024 não é garantia de 2026.
FAQ
Por que tantas páginas pendentes?
O protocolo e a URL já estão fixos. Sem teste datado, não inventamos o comportamento do WhatsApp ou do Discord.
EXIF ausente significa que a plataforma nunca recebeu?
Não. Isso descreve a cópia baixada, não o armazenamento privado.
O resultado continua válido no ano que vem?
Não automaticamente. Clientes mudam. Uma página verificada pode ir para reteste.